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sexta-feira, 11 de junho de 2010

BRASIL E CORÉIA DO NORTE NA COPA DO MUNDO!!! CONHEÇA A GRANDE NECESSIDADE DE ORAÇÃO DA CORREIA DO NORTE. O PAIS NUMERO UM NO QUESITO A PERSEGUIÇÃO DA IGREJA



Imagino que muitos brasileiros estejam animados: com mais uma Copa do Mundo. Na época da Copa, essa paixão cresce, tomando até aqueles que não curtem muito o esporte. Você certamente conhece alguém assim: não tem um time nacional definido, mas não perde nenhum jogo da seleção.  Porém, tenho uma notícia interessante para as pessoas como eu, e para todos os cristãos. Nessa Copa do mundo, poderemos ver em campo as seleções de três países perseguidos: Coreia do Norte, Argélia e Nigéria. O primeiro jogo da nossa seleção será contra o país que ocupa o primeiro lugar no ranking mais triste de todos: a Classificação de países por perseguição. No dia 15 de junho, veremos nossa seleção jogando contra a Coreia do Norte. Vamos poder torcer e comentar cada passe. O povo da Coreia do Norte não.



Por que não?



Kim Jong Il, presidente do país, decidiu que os jogos só passarão na TV estatal. E não será transmitido ao vivo, O máximo que poderão assistir será a replays dos melhores momentos da seleção da Coreia do Norte em jogos em que eles tenham sido vencedores. A Copa deveria ser uma “festa das nações” e criar união interna dentro dos países. Competições esportivas internacionais têm dois impactos políticos que nenhum governo desconsidera.



O primeiro é que o país ganha visibilidade internacional. Por mais que uma nação seja problemática internamente, ela pode se destacar no esporte e cativar as pessoas. Nosso país é um exemplo ótimo: a visão que os estrangeiros têm de nós pode ser cheia de preconceitos, mas quando se fala do nosso futebol, tudo muda. Muitos deles declaram que se seu próprio país não vencer, torcem pela nação pentacampeã.



O segundo impacto ocorre dentro do país. O patriotismo cresce e se fortalece. E isso é um instrumento político muito forte: pessoas patriotas se dispõem a cuidar e lutar por suas nações. O patriotismo é essencial para haver coesão nacional. Sem ele, a pessoa pode não se dedicar à sua nação, ou mesmo não querer ficar lá. Então, se os jogos da Copa fortalecem o patriotismo, porque Kim Jong Il não permitirá a transmissão deles? Existe uma maneira “alternativa” para manter o povo unido, além do patriotismo: a repressão. E esse tem sido o caminho trilhado pelo governo norte-coreano.



Brasil X Coreia do Norte ou Brasil E Coreia do Norte?

Na Copa, já ficou definido que seremos adversários da Coreia do Norte. Mas só ali, na competição. Em todo o resto, precisamos torcer com a Coreia, e não contra ela. Precisamos orar, e nos informar sobre a situação daquele povo. Temos uma família lá. Uma família que, diariamente, compete contra um ditador para sobreviver à miséria, à fome, e para alcançar seus compatriotas e levá-los a Deus. Eu torço para que eles sejam os campeões!



Por Juliana Suzuhara – Estudante de Relações Internacionais e Voluntária do Underground (Ministério de Jovens da Missão Portas Abertas) no Rio de Janeiro



VOCÊ SABIA?



 Que o apelido da seleção de futebol norte-coreana é “Chollima” (pronuncia-se Tcho Ri Má)?

 Que esse nome é dado a um cavalo mítico, originário da Ásia Central, parecido com o pégaso (cavalo com asas)?

 Que várias estátuas do Chollima são encontradas em Pyongyang, capital da Coreia do Norte?

 Que é a segunda vez que a seleção norte-coreana participa de uma Copa do Mundo?

 Que a primeira participação na Copa foi em 1966, na qual i time chegou às quartas-de-final?

 Que um grupo de cristãos brasileiros orou para que a seleção norte-coreana ficasse no grupo do Brasil? E que não só isso aconteceu, como o jogo de estreia daquela seleção será no mesmo local em que um grupo de 300 pessoas dos Atletas de Cristo estará presente para realizar uma ação de evangelismo em massa?



ESPECIAL



POLÍTICA E ESPORTE



A Coreia do Norte só surgiu em 1948, logo depois da Segunda Guerra Mundial. Com a derrota do Japão, que ocupava o país, o território coreano foi dividido em duas partes: uma ficou sob controle soviético (o norte) e a outra passou para as mãos dos norte-americanos (o sul). Em 1949, a maior parte das tropas estrangeiras já tinha se retirado dos dois países, mas, no ano seguinte, a tensão explodiu com a invasão das forças norte-coreanas no lado sul. A Guerra da Coreia, como foi chamada, terminou em 1953, com a assinatura de um acordo de armistício (suspensão temporária de hostilidades). A seleção de futebol ainda demorou a ser criada. Somente em 1956 aconteceu o primeiro jogo. E o time perdeu de 1×0 da China, em Pequim. O time não participou de eliminatórias de Copa do Mundo, nem mesmo na Copa da Ásia, em 1956.



MAS A HISTÓRIA MUDOU PARA SEMPRE EM 1965



Nas eliminatórias asiáticas para a Copa de 1966, os Chollima iriam jogar contra a Austrália. Seria um triangular, envolvendo também os sul-coreanos, que desistiram porque protestaram contra a realização dos jogos no Camboja. Sorte dos Chollima. Derrotaram a Austrália em dois jogos. Após vencerem a fase asiática, restava aguardar o jogo contra o ganhador das eliminatórias africanas. Os africanos protestaram por vaga direta para suas seleções e decidiram boicotar o campeonato. Assim, com apenas dois jogos, os Chollima finalmente teriam sua primeira participação em Copas do Mundo.



FINALMENTE, NA COPA!



Quando saiu a composição dos grupos no Mundial da Inglaterra, pensar em classificação beirava a loucura. Junto com os Chollima estavam a tradicional União Soviética, o Chile (3° lugar na Copa anterior) e a Itália. No primeiro jogo deu 3×0 pra União Soviética. Na segunda rodada, o 2º tempo do jogo contra o Chile foi histórico: aos 43 minutos, o meio-campista norte-coreano empata o jogo. Os Chollima ainda estavam na competição. Então, chegou o dia que deixaria a Coreia do Norte eternamente conhecida: 19 de julho de 1966. Uma lesão do meia italiano, Giacomo Bulgarelli, atrapalhou a Itália. O assombro visto naquele estádio foi histórico. Desde o início do jogo, os Chollima voavam em campo como o cavalo mítico. Finalmente, aos 42 minutos do primeiro tempo, um sargento do exército norte-coreano fez jus ao posto de atacante do time. Ele caminhou com a bola e à média distância fez o gol, de rasteira. E a Coreia do Norte, a azarada da competição, estava nas quartas-de-final.



No jogo contra Portugal, os norte-coreanos abriram o placar em 3×0, mas Portugal ganhou de virada, 5×3. Mesmo assim, os Chollima marcaram aquela Copa do Mundo. Assim como o cavalo que apelida o time, a velocidade estonteante com que os norte-coreanos assombraram aquela Copa ficou na memória e na história. Nos campeonatos seguintes o time não conseguiu se classificar. O sonho de voltar a um Mundial foi concretizado. Resta saber se os 22 jogadores serão tão rápidos quanto o cavalo que os apelida. Repetirão 1966?



DESAFIO



Será possível assistir aos jogos da Copa do Mundo com outros olhos? Será que nós, cristãos brasileiros, conseguiremos olhar para os jogadores e tentar imaginar o que se passa no país de origem deles? Gostando ou não de futebol, conseguiremos olhar com amor para os atletas, principalmente os do Brasil? Ao vermos os norte-coreanos, nos lembraremos de que representam um país que desde 2002 ocupa o primeiro lugar na lista de países em que os cristãos mais sofrem pela fé? Será que algum daqueles atletas norte-coreanos é cristão? Será que já ouviram falar de Jesus? Será que passam fome como cerca de 36% da população, que é subnutrida? Buscar a glória no esporte faz lembrar a busca do ditador-presidente norte-coreano em ser deus.



Os norte-coreanos são forçados ao culto à personalidade do presidente, o que levou o ditador Kim Jong Il e seu falecido pai à posição de deus. As pessoas são obrigadas a se curvar e pedir a bênção diante da estátua do falecido presidente Kim Il-Sung. No metrô, jornais, e ruas há quadros e fotografias dele, e todos os habitantes têm que usar um broche com a foto de Kim. Até os recém-casados pedem a bênção em frente à estátua do ditador-deus. Forte, né? Agora, imagine o que acontece com os cristãos que não se curvam diante desse homem-deus. Tortura. Morte. Os que sobrevivem são colocados em campos de trabalhos forçados, onde recebem diariamente algumas gramas de alimento de má qualidade para sustentarem seus corpos exaustos após longas 18 horas de trabalho.



Eu disse 18 horas! Quantas horas você trabalha por dia? E quanto você reclama disso? Mesmo nesse contexto hostil, Deus tem se feito presente naquele país. Jesus nos ensina a orar por nossos inimigos, mas como posso orar por aquele ditador? “Prefiro que ele morra” pensam alguns. Mas já imaginou o que acontecerá com aquele país se ele se render aos pés de Jesus, ajoelhar-se diante da cruz de culto a Ele? O melhor de tudo é pensar que eu e você seremos os responsáveis por isso. Mas como? Orando, orando, orando. Com disciplina, dedicação, amor, paixão. Desempenhando nossa função como cristãos e Corpo de Cristo todos os dias. Buscando a excelência do comprometimento de colocar aqueles irmãos diante do altar do Senhor. Quando os virem jogar, interceda por eles e suas famílias. Dali mesmo, da tela da TV, do meio de sua sala. Reúna os amigos e ore antes das partidas de futebol. Eles já são vitoriosos. Por estarem vivos e sobreviverem à fome e aos maus-tratos. Compartilhe essa história e apresente o desafio de orar pela Coreia do Norte



:: Fonte: Fanzine Underground – Abril de 2010 / Projeto Amigos de Oração



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